01 Julho 2020

Normas e cuidados nas visitas às ERPI

Com a retoma das visitas e no âmbito do acompanhamento da situação epidemiológica, devem continuar a reforçar-se as recomendações nomeadas pela Direção-Geral da Saúde para uma efetiva mitigação da pandemia nas visitas aos utentes de ERPI. Cabe, portanto, a cada Instituição o cumprimento do Plano de Operacionalização de Visitas e a identificação de um profissional responsável pelo processo.

Recordamos, assim, as diretrizes específicas da DGS, aplicáveis às Estruturas Residenciais Para Idosos (ERPI), Unidades de Cuidados Continuados Integrados e Instituições de Acolhimento de Crianças e Jovens em Risco.

Os profissionais das Instituições referidas devem informar os familiares e restantes visitantes sobre o conjunto de regras e comportamentos a adotar, no sentido de reduzir riscos desde a chegada. Cada Instituição deve ainda disponibilizar materiais informativos sobre a correta utilização da máscara, higienização das mãos e conduta adequada.

Em simultâneo, recomenda-se uma série de outros procedimentos a seguir até novas indicações das autoridades competentes, tais como:

- Agendamento obrigatório: as visitas devem ser previamente agendadas através de meios como o telefone ou outro definido por cada valência residencial;

- Sempre que possível, a Instituição deve disponibilizar corredores e portas de circulação direcionadas unicamente ao trajeto das visitas, diferentes dos de utentes e profissionais;

- As visitas terão uma duração limitada, não devendo exceder os 90 minutos, e devem cumprir em rigor o horário estipulado, de modo a que o espaço seja sujeito a desinfeção para a visita seguinte;

- É permitida uma visita por utente, sendo recomendada uma visita por semana, contudo, este limite pode ser ajustado segundo a avaliação de risco;

- As visitas serão efetuadas num espaço preparado para o efeito – amplo e com condições de arejamento –, exceto nos casos de residentes em situação de grande dependência, nomeadamente utentes que se se encontrem acamados;

- Os visitantes têm obrigatoriamente de usar máscara, preferencialmente cirúrgica, sendo imprescindível no decorrer da visita e durante todo o período de permanência na Instituição;

- Pede-se aos visitantes que, até novas orientações, não tragam e entreguem aos residentes objetos pessoais, géneros alimentares ou outros produtos;

- Os visitantes não devem utilizar as instalações sanitárias dos utentes, sendo que poderá ser definida uma instalação sanitária de utilização exclusiva pelos mesmos;

- Devem ser cumpridas todas as medidas de distanciamento físico, assim como a etiqueta respiratória e higienização das mãos à entrada e saída da Instituição (desinfeção com a solução alcoólica disponibilizada).

Além do referido, se o visitante ou o residente apresentarem sintomas sugestivos de COVID-19 ou tiverem tido contacto próximo com um caso suspeito ou confirmado nos últimos 14 dias, apela-se a que não se realize a visita. Do mesmo modo, os visitantes que testem positivo devem informar a Instituição e a Autoridade de Saúde de Âmbito Local imediatamente após saberem o resultado. 

A fim de salvaguardar o bem-estar e a proteção dos residentes, grupo de maior risco na sociedade, apela-se a que se obedeçam às normativas acima descritas, sob pena de as visitas virem a ser novamente interditas.

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